Como a Estônia abandonou o socialismo e adotou o liberalismo

Como a Estônia abandonou o socialismo e adotou o liberalismo

A Estônia é um pequeno país no leste europeu.

Em meio à 2ª Guerra Mundial, na década de 1940, foi anexada compulsoriamente à União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS).

O direito à propriedade privada e à liberdade foram repentinamente abolidos por Stalin.

O ditador socialista não hesitou em expropriar os estonianos, a exterminar e enviar para campos de concentração (Gulags) toda dissidência.

Como todos os demais países do bloco soviético, a Estônia tornou-se um país miserável, com baixo IDH, baixa expectativa de vida e inflação que ultrapassava 1.000%.

Com uma população de 1,3 milhão de habitantes, a Estônia é um dos membros menos populosos da União Europeia, zona do euro, OCDE, espaço Schengen, OTAN e, a partir de 2020, o Conselho de Segurança das Nações Unidas.(1)Wikipedia – Estonia

Fim da União Soviética

Após a dissolução da União Soviética, em 1991, a Estônia conseguiu recuperar sua independência e elegeu já em 1992 como primeiro ministro, o liberal Mart Laar.

As inspirações de Laar para reconstruir a Estônia foram tiradas do livro “Livres para Escolher”, do economista Milton Friedman.

Algumas das políticas adotadas imediatamente pelo primeiro ministro foram:

✅ Reforma Fiscal: sem poder imprimir dinheiro, o governo só tinha uma alternativa para manter a receita acima das despesas: cortando gastos. Isso foi feito através de privatizações e corte de subsídios. Além disso, com uma nova lei mais rígida, o parlamento ficou proibido de apresentar propostas de orçamento deficitário.

✅ Reforma Monetária: após equilibrar o orçamento, Laar providenciou a criação de uma nova moeda forte para conter a hiperinflação. Para estabilizar a moeda, foi necessário equilibrar as contas primeiro.

 Reforma Bancária: eliminou todos os bancos estatais, estimulou a concorrência no setor e definiu regras clara para os bancos privados: o Estado não socorreria bancos que estivessem falindo, como boa parte dos países passou a fazer depois da Grande Depressão.

✅ Abertura Comercial: desburocratizou o comércio exterior e aboliu barreiras de entrada, aumentando a concorrência.

O pacote de medidas foi implementado de uma vez, não de forma gradual como a maioria dos governos tenta fazer. “O remédio amargo é mais fácil de tomar em uma dose do que em uma série prolongada de doses”, afirmou Lescek, um dos responsáveis pela reforma econômica da Polônia.

Resultados para a Estônia na prática

Como resultado, a renda da população foi multiplicada por sete, saindo de U$5.000,00 para U$35.000,00.

Além disso, o país virou uma referência em tecnologia e lidera a implementação do governo digital. Trataremos sobre esse assunto em outro post (Estônia, um exemplo de governo digital).

O NOVO acredita que devemos sempre nos inspirar nos exemplos que deram certo.

A liberdade econômica é fundamental para gerar desenvolvimento, emprego e renda.

Assim como Milton Friedman inspirou as reformas na Estônia, suas obras também inspiram as reformas que o NOVO quer para o Brasil.

O país ocupa uma posição muito alta no Índice de Desenvolvimento Humano e também nas medidas liberdade econômica, liberdade civil, educação e liberdade de imprensa.

Os cidadãos estonianos recebem assistência universal à saúde, educação gratuita e licença de maternidade paga mais longa na OCDE.

Uma das sociedades mais avançadas em termos digitais do mundo, em 2005 a Estônia se tornou o primeiro estado a realizar eleições pela Internet e, em 2014, passoua a der o primeiro estado a fornecer residência eletrônica (e-residência). (2)Tudo sobre e-residencia na Estônia

Referências   [ + ]

Os Zés Ninguém

Os Zés Ninguém

Que tal olhar para o futuro? Não precisa ser um futuro longínquo: pode ser um próximo que está batendo à nossa porta.

Sim, bem além da Pandemia.

Temos um presidente que não é lá tudo o que sonhamos (ou que acreditávamos quando nele votamos). Temos uma Câmara de Deputados (e um Senado) forrado de políticos processados, condenados – e que não se sustentariam sem as parlamentares proteções, as tais vergonhosas imunidades.

E temos uma realidade econômica à nossa frente que é maior que tudo isso.

No mês de maio perdemos um milhão de empregos com carteira assinada, muito mais que todos os 850 mil conquistados ao longo de 2019.

No mês de junho, perdemos mais 1.4 milhões de empregos – quase o dobro das vagas geradas em 2019.

Entre desempregados e desalentados (pessoas que desistiram de tentar emprego), chegamos a cifras da ordem de 26 a 27 milhões.  Se incluídos entre os desocupados, pelo método desenvolvido por pesquisadores do Centro de Estudos da Metrópole (CEM), da USP, a taxa de “desemprego oculto pelo distanciamento social” seria de 26,8%.  Há uma estimativa, do próprio IBGE, de que mais 700 mil pequenas empresas fecharam na pandemia, o que representa uma perda de cerca de 40% dos empregos formais do país. (1)Retomada da economia eleva taxa de desemprego:

https://www.gentedeopiniao.com.br/economia/retomada-da-economia-eleva-taxa-de-desemprego

Dentro desse contingente, temos os Zé Ninguéns. Zé Ninguém é um sujeito que nem documento tem: não tem CPF, não tem conta bancária – e não está em nenhuma base de dados. Estima-se que temos uns 10 milhões de Zé Ninguéns. Não são cidadãos: são párias da sociedade. Moram onde não mora ninguém, não tem água encanada e muito menos esgoto. Não estão em nenhuma estatística oficial. São os invisíveis e os ingovernáveis.

Da população que é bancarizada, pelo menos 30% está inadimplente – ou seja, está com contas atrasadas. Desses 30%, estima-se que metade está superendividada: são pessoas que não conseguem pagar as contas mais simples: água, luz, telefone. Aluguel. Prestação da casa própria. Se pagarem, ficam impossibilitadas de ter o que comer. Se pagarem, vão comprometer a subsistência de seus familiares, ficar sem comer. Simples assim.

Ou seja: temos milhões de pessoas que nem sabem que são cidadãs, nunca tiveram dignidade – e outros vários milhões que não se sentem mais cidadãs, que perderam sua dignidade – e não se sentem mais representadas.

Em paralelo temos Brasília, com gente dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário vivendo nababescamente, com salários e privilégios inimagináveis para os não-cidadãos. E uma turba de classe média – que ainda consegue se sustentar – brigando entre si, a favor ou contra o presidente, a favor ou contra a Lava Jato – e outras questões do gênero.

Os Zés Ninguém nem sabem disso. Os desalentados e superendividados sequer vão comparecer nas eleições de 2020: têm mais o que fazer em busca da simples sobrevivência. E os pseudo-intelectuais de plantão continuarão a se digladiar pela internet – enquanto abrem suas geladeiras e se alimentam com facilidade de coisas que os Zés algumas vezes nem sonham.

Fico pensando em coisas simples: se essa energia da briga entre esquerda, direita e centrão fosse usada ao menos para trazer os Zés Ninguém para a cidadania. Não teríamos um mundo melhor?  Ao menos um Brasil melhor?? Ou se os políticos, ao invés de defenderem suas posições de esquerda, direita e centro, se unissem para efetivamente termos um Brasil melhor, não resgataríamos o senso de cidadania de todos que já perderam essa esperança?

Você vota e tem voz. E pode ajudar isso a acontecer.

 

 

Referências   [ + ]

Por quê precisamos de uma reforma tributária?

Por quê precisamos de uma reforma tributária?

Nosso sistema tributário é muito complexo e dificulta a vida do cidadão e das empresas brasileiras.

Para resolver esse problema, devemos seguir os exemplos que deram certo em todo mundo.

Qual é a proposta?

O NOVO é favorável ao IBS, o Imposto sobre Bens e Serviços, adotado por todos os países desenvolvidos.

No Brasil, o  Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) substituirá 5 tributos – ICMS, ISS, IPI, Pis e Cofins – convertendo-os em um único imposto.

Qual o benefício?

Essa opção simplificará muito o sistema tributário – sem aumentar a carga tributária. É o modelo adotado por todos os países desenvolvidos na Europa, América e Ásia.
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➡️ O NOVO defende uma Reforma Tributária que traga mais transparência e eficiência ao pagamento de impostos, facilitando a vida do cidadão que quer trabalhar e empreender. E das empresas de todo Brasil.

 

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Boletim do Empreendedor: uma cartilha para ajudar Empreendedores em tempos de CORONA

Boletim do Empreendedor: uma cartilha para ajudar Empreendedores em tempos de CORONA

Você deve conhecer muita gente empreendedora que está precisando urgente de ajuda financeira para lidar com o recesso de sua atividade ou seu negócio neste período de isolamento, não deve?

Este boletim com tudo que pode ser obtido de ajuda: dinheiro de crédito, postergação de pagamentos, juros praticados, telefones de apoio, etc

Este boletim é uma cartilha bem completa – e foi elaborado pelo Pessoal do Partido NOVO: Nosso deputado federal Vinicius Poit e nosso deputado estadual Sérgio Victor.

Reúne as atuais medidas federais e estaduais (SP) pra facilitar o acesso à INFORMAÇÃO de créditos disponíveis para este grupo de guerreiros que representa a força de trabalho do povo brasileiro: es empreendedores. 💪 🇧🇷, que são os maiores geradores de emprego hoje no país.

 Compartilhe com quem precisa 👊.

E se você ainda não é filiado ao NOVO, filie-se https://novo.org.br/filie-se/

E em 2020, resgate a cidadania que foi perdida nos últimos anos, com um Executivo e um Legislativo voltados somente a interesses próprios. Torne-se cidadão de NOVO e faça sua cidade mudar em 2020.

Baixe o boletim em: https://vocevotaetemvoz.com.br/wp-content/uploads/2020/04/BOLETIM_Empreendedor_SV_POIT_14abril-1.pdf

#CampinasNovaDeNOVO #PartidoNOVO

 

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