Visão, Questões & Valores (no que acredito)

GOVERNOS ENXUTOS E COM VISÃO DE LONGO PRAZO

A administração pública não pode ser míope, enxergando e planejando somente a curto prazo – ou contando com políticos que começam a trabalhar para a sua re-eleição já no primeiro dia do seu mandato.

Eu penso que administrar um País, um Estado e mesmo um Município exige que se pense a longo prazo, estabelecendo metas que vão impactar as novas e próximas gerações.

É preciso que os atuais integrantes dos poderes Executivo e Legislativo passem a agir no curto prazo de forma alinhada com essa visão de futuro desejado a longo prazo. 

Agir todo dia um pouco – mas sempre indo em direção a um futuro vislumbrado anos à frente.

Por isso penso que todo político tem um compromisso que vai muito além das pessoas que o elegeram (a partir do momento que assume, trabalha para a população e não para o seu Partido) e que prepara o caminho para as novas e futuras gerações.

Trabalhando para o bem público, o político precisa abdicar, de forma irrefutável, de seus interesses pessoais – trabalhando verdadeiramente para a coletividade. Como?

Produzindo o máximo possível com um mínimo de recursos, fazendo mais com menos. Tornando a máquina pública cada vez menos onerosa, mais eficaz e mais útil para toda a população, viabilizando a redução da carga tributária. Sendo o fluído lubrificante que faz as engrenagens girarem com o mínimo de atritos e desgastes – e o mínimo de impostos.

Quando o Governo quer ser a máquina, a engrenagem em si, em geral as consequências são desastrosas: a economia trava, os empregos escasseiam, a inflação corrói o poder de compra e – em síntese – as pessoas vivem pior e mais infelizes, sem esperanças e sem perspectivas.

A história do mundo prova isso, de forma contundente. Leia e reflita sobre isso. Precisamos, no Brasil, resgatar a cultura e o pensamento de longo prazo na administração pública. Os políticos tem de parar de trabalhar somente para “as próximas eleições”.

O gestor público não pode onerar as próximas gerações. assim como não pode adotar “atalhos” usando meios duvidosos (ou até ilícitos) para atingir determinados fins. Fazer o certo, sempre, todo dia – e sempre com perspectiva de longo prazo, para o bem comum. É tudo que se espera de um gestor público.

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