Visão, Questões & Valores (no que acredito)

OS INDIVÍDUOS SÃO OS VERDADEIROS AGENTES DE MUDANÇA

Na minha visão, o Estado é uma “abstração teórica” que “justifica” um Governo.
Porém, quando esse Governo cresce mais do que deveria, indo além da disciplina e da ordem constitucional, ele começa a tentar substituir a iniciativa privada  – inibindo os cidadãos que, como indivíduos, são os únicos e verdadeiros agentes de mudança.

Se não tomarmos cuidado, e votarmos de forma consciente, o Estado acaba virando apenas um projeto de poder e de controle sobre os cidadãos.

É por isso, já que somos legalmente obrigados a votar em representantes (políticos), temos o dever de fazer isso da forma mais consciente possível. Votando em pessoas que querem sim mudanças e reformas – mas através dos indivíduos e não da criação de empresas Estatais que, no fundo, são “cabides de emprego” para parentes e amigos. Estatais que não tem compromissos com resultados. Que consomem recursos dos tributos que em tese foram recolhidos para  atividades fundamentais do Estado, como Educação, Saúde e Infraestrutura/Saneamento. Mas que acabam, de forma distorcida, sendo empregados em atividades que pouco ou nada tem a ver com essas atividades essenciais.

Mesmo atividades essenciais, em grande parte, podem ser feitas com parcerias público-privadas, num ganha-ganha para ambos: o Estado. que consegue realizar mais com menos, e a Iniciativa Privada, que consegue participar e lucrar mais, crescer e empregar mais, aliviando o trabalho do Estado.

Pessoas mudam coisas. Coisas não mudam pessoas. Pense nisso. A privatização raramente prejudicou qualquer país. Mas o reverso é verdadeiro: a Estatização indiscriminada já destruiu a economia de muitos países. Nosso exemplo mais recente e próximo é a Venezuela de nossos dias.

Nos regimes em que o indivíduo deixa de ser o agente de mudanças. ele deixa de atuar e de votar de forma consciente! Deixa de se sentir que é de fato – o principal responsável para que a sociedade mude e melhore. Passa a ser um crítico, um cético – e acaba esquecendo do seu dever de participar. Não sai da indignação para a ação e nem enxerga o poder de seu voto individual. Quando a maioria dos cidadãos perde essa sensação de dever – o país se entrega às mãos de poucos políticos que não tem compromisso com os cidadãos -justamente por estarem conscientes disso.

Outro problema: ao deixar de se enxergar como agente de mudança, o indivíduo começa a esperar que o Governo seja “a solução para todos os seus problemas”. De agente, passa a reagente – ficando submisso ao que “os outros decidem”. A força de mudança de cada um de nós – somada – é a força de transformação efetiva de uma sociedade.

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