Visão, Questões & Valores (no que acredito)

LIBERDADE DE MERCADO OU LIVRE MERCADO

 

A meu ver, não é o Estado que deve regular e determinar o que deve e o que não deve ser produzido. Ou se aventurar a produzir qualquer coisa que poderia, perfeitamente, ser produzida pela iniciativa privada.

São as pessoas que escolhem o que querem ou não comprar – e, num mercado livre, os investidores estudam essas necessidades e empreendem para atendê-las.

Nenhum Estado centralizador deu certo na história da humanidade: o Estado não tem competência para decidir centralizadamente o que as pessoas “deverão” ou “poderão” consumir. Por isso o mercado tem de ficar, ser livre, pois as trocas (vendas, compras) são feitas espontaneamente, buscando ofertas que atendam a procuras.

E um mercado livre estimula produtores, gerando concorrência de ofertas, produtos com cada vez mais qualidade e menores custos – aumentando o poder de compra dos cidadãos.

Estados que se aventuram a produzir e ou que estimulam oligopólios geram empresas que em geral produzem de forma ineficiente e mais onerosa. Sob a alegação de que estão “defendendo os consumidores“, reduzem suas opções de compra e encarecem tudo o que é produzido – indiretamente “empobrecendo” toda população, ao corroer o seu poder aquisitivo. E isso acaba sendo uma forma de “imposto oculto”, pos os cidadãos acabam pagando mais caro aquilo que consomem.

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